Em mil pedaços...
Cansado, morto;
Arrepiado, feito de bobo;
Como a abelha usa a flor;
Sou usado por todos, sem louvor;
E quando tudo parece impossível;
Lá vem você, tão imprescindível;
Como um luar durante o dia;
Vens de forma tão bonita;
É, alegria, tristeza;
nada entre, nada além;
Mas tenho você, ainda bem;
Foi uma luz, mas nada enxerguei;
Que vida malígna;
Nos da tudo, como um paradigma;
Um paraíso, uma nova partilha;
Uma fechadura sem chave;
Perder-te é perder minha chance;
A mercer de um novo instante;
Cada vez do horizonte mais distante;
A luz cada vez mais longe;
Mas ainda é a única determinante;
E contigo vivo mais, e tão vibrante;

0 comentários:
Postar um comentário